Amamentação

O Leite Materno é o melhor alimento que existe!


Oi pessoal!

Adoro esse pequeno parágrafo do pediatra espanhol Dr. Carlos Gonzáles:

“Um problema importante é que muita gente parece acreditar que as crianças quando chegam mais ou menos com 6 meses precisam de novos alimentos, porque o leite materno já não alimenta o suficiente, e assim, elas precisam de ‘alimentos melhores’. E não compreendem que é justamente ao contrário! Não é que o leite materno já não alimenta e a criança precisa de coisa melhor, é que a criança já é grande e por isso pode tolerar uma coisa pior!”

O que acharam?

E agora eu vou mostrar a vocês alguns dos milhares de benefícios que o Leite Materno pode propiciar a criança e para a mãe!

  • Redução da Mortalidade Infantil: Graças aos inúmeros fatores existentes no leite materno que protegem contra infecções comuns, ocorrem menos mortes entre as crianças amamentadas. Estima-se que o aleitamento materno poderia prevenir 50% das mortes por doenças respiratórias e 66% das causadas por diarreia.
  • Redução da Morbidade por Diarreia: Há fortes evidências epidemiológicas de que o leite materno confere proteção contra diarreia, sobretudo em crianças de baixo nível sócio-econômico de países em desenvolvimento. É importante salientar que essa proteção pode diminuir quando o aleitamento materno deixa de ser exclusivo. Suplementação do leite materno com água ou chás, até pouco tempo considerada inócua, pode dobrar o risco de diarreia nos primeiros seis meses.
  • Redução de Alergias: Até o momento, tendo como base estudos sobre a influência da alimentação da criança no aparecimento de doenças atópicas, em países desenvolvidos, nos primeiros meses de vida, pode-se afirmar que: o AM exclusivo reduz o risco de asma; reduz o risco de sibilos recorrentes; a proteção aumenta com a duração do aleitamento até pelo menos os 4 meses, e parece persistir por pelo menos 10 anos; protege contra o desenvolvimento de dermatite atópica e os benefícios do AM são particularmente evidentes em crianças com história familiar de doenças atópicas.
  • Redução de Doenças Crônicas: Há vários relatos na literatura sobre o papel do aleitamento materno na redução do risco de certas doenças autoimunes, doença celíaca, doença de Crohn, colite ulcerativa, linfoma e leucemia.
  • Redução da Obesidade: Revisão de estudos, que visavam avaliar a relação entre obesidade em crianças maiores de 3 anos e tipo de alimentação no início da vida, constatou que a maioria encontrou risco menor de sobrepeso/obesidadae em crianças que haviam sido amamentadas, após o controle de potenciais fatores de confusão. Na revisão da OMS sobre evidências do efeito do aleitamento materno em longo prazo, os indivíduos amamentados tiveram chance de 22% menor de vir a apresentar sobrepeso/obesidade.
  • Melhor Nutrição: Como já sabemos, o leite materno contém todos os nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento perfeito da criança, além de ser mais bem digerido, quando se compara com outros tipos de leites. O LM é capaz de suprir sozinho as necessidades nutricionais da criança nos primeiros 6 meses de vida. Ele continua sendo uma importante fonte de nutrientes no segundo ano de vida, especialmente de proteínas, gorduras e vitaminas.
  • Melhor Desenvolvimento Cognitivo: Há indícios de que o AM é um dos fatoes envolvidos no desenvolvimento cognitivo. A maioria dos estudos conclui que crianças amamentadas apresentam vantagem nesse aspecto quando comparadas com as não amamentadas, sobretudo as com baixo peso ao nascimento.
  • Melhor Desenvolvimento da Cavidade Bucal: O movimento de sucção que a criança faz é importante para o desenvolvimento da cavidade bucal, que inclui melhor conformação do palato duro, importante para o alinhamento correto dos dentes e menos problemas de má-oclusão.
  • Proteção Contra o Câncer de Mama: Uma ampla revisão da literatura, englobando 47 estudos provenientes de 30 países, constatou que o risco relativo de contrair câncer de mama diminuía 4,3% a cada 12 meses de duração da amamentação.
  • Efeito anticoncepcional: A eficácia da lactação como anticoncepcional é de 98% nos primeiros 6 meses após o parto, desde que a amamentação seja exclusiva ou predominante e que a mãe se mantenha amenorreica, ou seja, sem menstruar.
  • Promoção do Vínculo Afetivo entre Mãe e Filho: É praticamente consenso que a amamentação traz benefícios psicológicos para a criança e para a mãe. O ato de amamentar e ser amamentado pode ser muito prazeroso para a mãe e para o filho, o que favorece uma ligação afetiva mais forte entre eles. É uma oportunidade ímpar de intimidade, de troca de afeto, gerando sentimentos de segurança e de proteção na criança e de autoconfiança e de realização como mulher.

Esses são apenas alguns dos inúmeros benefícios do Aleitamento Materno!

Nutribeijos!

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