Nutrição Infantil

Deficiência de vitamina D está relacionado à doenças graves em Crianças

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Olá meus amores!

Dois estudos que acabam de sair, realizados pela Harvard Medical School (EUA) e pelo Hospital Infantil de Ontário (EUA), mostram que crianças com deficiência em vitamina D são mais propensas a ficarem doentes e a passarem mais tempo internadas do que aquelas que apresentavam níveis normais do nutriente.

Os pesquisadores de Havard avaliaram a quantidade de vitamina D em cerca de 500 crianças, entre 5 e 9 anos de idade, internadas na unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) do Hospital Infantil de Boston, durante um período de 12 meses. Eles descobriram que duas em cada cinco crianças (40%) eram deficientes em vitamina D e que as taxas mais baixas eram relacionadas à baixa imunidade e a doenças mais graves.

No segundo estudo, os autores analisaram cerca de 300 crianças e adolescentes, entre 11 e 15 anos de idade, que deram entrada no Hospital de Ontário, gravemente doentes. Nesse grupo, quase 70% dos participantes eram deficientes em vitamina D e as taxas foram associadas com longas estadias na UTI e doenças mais graves. Em ambos os estudos, a deficiência de vitamina D se mostrou mais comum do que tem sido relatada em crianças e adolescentes saudáveis.

Os padrões de consumo de vitamina D usados no estudo são recomendações da Academia Americana de Pediatria (AAP), que propõe a ingestão diária de 400 unidades internacionais (UI) de vitamina D por dia. Os estudiosos afirmam que ainda não está clara a ligação entre deficiência de vitamina D e crianças mais doentes, não sendo possível estabelecer uma relação de causa e efeito.

A deficiência da vitamina D causa raquitismo em crianças e osteopenia e osteoporose em adultos. Além disso, a cada dia surgem estudos apontando o papel dessa substância na prevenção de doenças, como insuficiência coronariana e diabetes, por exemplo. Segundo a U.S. Dietary Reference Intake (DRI), ingestão de vitamina D deve obedecer a seguinte regra: crianças de 1 a 13 anos devem ingerir 10mcg por dia; homens de 13 a 50 anos devem consumir de 5 a 10 mcg/dia; homens de 51 a 70 devem consumir 15 mcg/dia; mulheres de 13 a 50 anos devem consumir 5 mcg/dia e mulheres de 51 a 70 anos, 10 mcg/dia.

Alimentos como os peixes como o atum, o arenque e a sardinha, gema de ovo, óleo de fígado de bacalhau, leite integral, manteiga e iogurte são boas fontes.  Porém, a exposição ao sol é fundamental para que o organismo consiga aproveitar a vitamina D. Crianças devem passar, no máximo, dez minutos embaixo do sol e, até os seis meses de idade, não podem usar filtro solar pois a pele do bebê é sensível demais para receber esse tipo de produto.

Nutribeijos!

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